Eduardo Costa Campos Blog

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Advantage+: quando o algoritmo conhece seu público melhor que você

Durante anos, segmentar campanhas no Meta Ads significava escolher interesses, comportamentos, idades, públicos semelhantes e diversas combinações para tentar encontrar o cliente ideal. Com o avanço do Advantage+, a lógica mudou. A Meta passou a dar mais espaço ao algoritmo para encontrar pessoas com maior probabilidade de conversão, reduzindo a necessidade de microsegmentação em muitos cenários. Isso não significa abandonar completamente o controle manual, mas repensar quando ele realmente acrescenta valor. O diferencial deixa de ser quantos interesses o gestor consegue selecionar e passa a estar na qualidade dos dados, da oferta, dos criativos e dos objetivos entregues ao algoritmo.

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O Google está transformando o gestor de tráfego em supervisor de IA?

O Google Ads está automatizando tarefas que durante anos fizeram parte do trabalho diário dos gestores de tráfego. Lances, segmentação, criação de recursos, expansão de consultas e distribuição de orçamento já podem ser realizados pela inteligência artificial da plataforma. Com recursos como Performance Max, Lances Inteligentes, IA Max e Ask Advisor, o profissional passa gradualmente de operador para alguém que define objetivos, fornece dados, supervisiona automações e interpreta resultados. A mudança não elimina necessariamente o gestor, mas reduz o valor de um perfil baseado apenas em configuração e otimização manual.

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Quando a agência deixa de ser parceira e vira dependência

Contratar uma agência deveria aumentar a capacidade estratégica e operacional de uma empresa, não criar uma dependência permanente. O problema aparece quando o cliente deixa de entender seus próprios números, não consegue produzir conteúdo sem aprovação externa, não sabe avaliar campanhas e precisa da agência para cada decisão. Nesse cenário, o serviço pode até continuar sendo executado, mas a relação deixou de ser estratégica. O verdadeiro valor de uma agência está em gerar conhecimento, estrutura, resultados e autonomia, e não em tornar o cliente incapaz de funcionar sem ela.

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YouTube está mudando o jogo dos pagamentos aos criadores?

O modelo de monetização do YouTube está entrando em uma nova fase. A publicidade continua importante, mas a plataforma está ampliando o ecossistema de receitas com YouTube Premium, Shorts, Shopping, financiamento de fãs e acordos com marcas. Ao mesmo tempo, mudanças anunciadas para 2027 alteram significativamente as condições de participação na receita de anúncios dos Shorts. O resultado é uma transformação no modelo econômico dos criadores: audiência continua sendo importante, mas capacidade de gerar comércio, comunidade e valor para marcas ganha cada vez mais espaço.

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Milhões de vendedores: ainda existe espaço para entrar na Shopee?

A Shopee deixou de ser aquele marketplace onde bastava cadastrar um produto, colocar um preço competitivo e esperar as vendas aparecerem. Com mais de 3 milhões de vendedores brasileiros, aumento da concorrência, maior utilização de anúncios, afiliados, lives e ferramentas de conversão, entrar na plataforma ficou mais fácil, mas se destacar ficou muito mais difícil. A oportunidade continua existindo, porém exige produto, margem, posicionamento, operação e estratégia.

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Vender no Mercado Livre Ainda Vale a Pena Para Pequenos Negócios?

O Mercado Livre continua sendo um dos maiores canais de vendas online do Brasil, mas a estrutura de custos pode representar um desafio crescente para pequenos vendedores. Tarifas de venda, custos fixos em determinados produtos, logística, frete e outros serviços podem consumir uma parcela significativa da margem, principalmente em produtos baratos. O problema não é apenas quanto custa vender, mas quanto sobra depois que todos os custos são descontados. Para pequenos negócios, essa diferença pode determinar se uma venda representa crescimento ou apenas faturamento sem lucro.

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O gestor não salvou sua campanha. Foi o produto

Nem todo resultado positivo de uma campanha pode ser atribuído diretamente ao trabalho do gestor de tráfego ou da agência. Produtos desejados, marcas conhecidas, ofertas competitivas e demanda já existente podem facilitar muito a conversão. O marketing tem papel fundamental em gerar atenção, direcionar demanda e otimizar aquisição, mas não trabalha isoladamente. Para avaliar uma campanha com honestidade, é necessário separar a contribuição da mídia da força do produto, da oferta, da marca, do mercado e do processo comercial.

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O excesso de profissionais está deixando o mercado digital pior

O mercado digital passou por uma expansão acelerada, impulsionada pelas redes sociais, publicidade online, inteligência artificial e ferramentas acessíveis. Isso criou oportunidades, mas também trouxe um efeito colateral: excesso de profissionais, especialistas autodeclarados, conteúdos semelhantes, promessas de resultados rápidos e empresas disputando a mesma atenção. O problema não é haver mais pessoas no mercado, mas a dificuldade crescente de separar experiência real de aparência de competência. Em um cenário inflado, reputação, especialização, provas concretas e capacidade de gerar resultados passam a valer mais do que discursos e números de vaidade.

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A automação não está salvando sua empresa. Pode estar sabotando

A automação se tornou uma das principais ferramentas para aumentar produtividade, reduzir custos e acelerar processos. Mas automatizar indiscriminadamente pode produzir o efeito contrário. Processos mal estruturados, comunicação impessoal, respostas inadequadas e decisões tomadas sem contexto podem prejudicar a experiência do cliente e comprometer resultados. A automação mais eficiente não é aquela que substitui o maior número possível de tarefas humanas, mas aquela que elimina desperdícios sem eliminar inteligência, criatividade, relacionamento e capacidade de decisão.

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O novo tipo de creator que o TikTok está promovendo

O creator que ganha espaço no TikTok em 2026 está menos dependente de glamour, números de seguidores e conteúdo excessivamente produzido. A plataforma vem sinalizando uma valorização maior de autenticidade, conhecimento, comunidades de nicho, curiosidade e participação real nas conversas. O creator do futuro não é apenas alguém que produz vídeos, mas alguém que influencia descobertas, ajuda o público a tomar decisões e constrói uma comunidade em torno de interesses específicos.