Quem ainda segmenta tudo manualmente está ficando para trás?
A segmentação manual foi durante muito tempo uma das principais ferramentas de controle das campanhas digitais. Idade, gênero, localização, interesses, comportamentos e inúmeros outros filtros eram escolhidos pelo gestor para tentar encontrar o público ideal. O problema é que as plataformas evoluíram. Meta, Google e outras redes passaram a utilizar inteligência artificial, sinais comportamentais e aprendizado de máquina para encontrar pessoas com maior probabilidade de realizar determinada ação. Isso não significa que a segmentação manual desapareceu completamente, mas que seu papel está mudando. A grande questão agora é saber se insistir em controlar cada detalhe ainda representa estratégia ou apenas apego a um modelo antigo de operação.

